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PARNASO inaugura o novo Abrigo de Montanha dos Castelos do Açu

Fechando as comemorações dos 71 anos de criação do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, completado no último dia 30/11, no dia 04 de dezembro entrará em operação o Abrigo de Montanha dos castelos do Açu é um marco na tradicional Travessia Petrópolis-Teresópolis, considerada por muitos a trilha mais bonita do Brasil.

O novo abrigo de montanha tem capacidade para 30 visitantes e segue projeto semelhante ao Abrigo da Pedra do Sino, inaugurado em 2001.

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Balão cai apagado no PARNASO

Montanhistas que fizeram a Travessia Petrópolis-Teresópolis no dia 13 de junho encontraram um enorme balão caído na descida do Morro da Luva.

Felizmente o balão caiu apagado e desta vez não provocou incêndio. A foto foi encaminhada pelo montanhista LH Moreira, de Juiz de Fora, que lamenta: “O PARNASO deu sorte dessa vez, mas até quando? Face ao tamanho do balão, caso tivesse caído aceso, teríamos mais um Parque Nacional indo pelos ares. Um crime essa estória de balonismo.”

Os balões são uma grande ameaça ao PARNASO e muitas vezes caem em áreas de difícil acesso, provocando incêndios de difícil combate, que exigem uso de aeronaves e técnicas de escalada pelos brigadistas. No ano passado um balão causou incêndio no cume do Pico da Alcobaça durante a abertura da temporada de montanhismo.

Visitantes multados por usar trilha proibida no PARNASO

No feriadão de Corpus Christi a fiscalização do PARNASO (Parque Nacional da Serra dos Órgãos, multou um grupo de

visitantes que entrou irregularmente no parque por trilha proibida no Vale do Caxambu. Outro grupo foi multado por jogar lixo e desrespeitar as normas  na área de montanha.

Durante o feriado os ingressos para a Travessia Petrópolis-Teresópolis se  esgotaram, atingindo a capacidade de suporte de 100 pessoas entrando por dia  para a montanha em cada portaria. Alguns montanhistas tiveram que adiar o  passeio para o dia seguinte ou mudar de roteiro.
O grupo autuado entrou irregularmente por trilha proibida e foi multado. A  autuação de grupos que entram por trilhas irregulares é mais freqüente nos  feriados em que a capacidade de suporte da travessia é atingida, mas o  controle dos termos de conhecimento de riscos e responsabilidade permitem a  detecção dos visitantes irregulares.

Os visitantes, um grupo de seis pessoas de São Paulo, foram multados em  R$ 200,00, além do pagamento das taxas devidas, por causar danos à Unidade  de Conservação (Art. 40 da lei de crimes Ambientais). A utilização de  trilhas proibidas dificulta a gestão da visitação, compromete a segurança do  visitante e a preservação dos campos de altitude, já que o número máximo de visitantes é extrapolado.

A definição das trilhas permitidas e proibidas vem sendo travada no  processo de atualização do Plano de manejo do Parque com ampla participação  de montanhistas e interessados em geral. As trilhas proibidas são aquelas  que comprometem a gestão da visitação (acessos irregulares à UC) ou que  cruzam áreas especialmente frágeis, como as trilhas de monitoramento do  macaco muriqui.

Outro grupo foi autuado por despejar lixo nos campos de altitude, além de desrespeitar o horário de silêncio e as restrições ao consumo de bebidas  alcoólicas. O Parque recebeu muitas reclamações de campistas em função do  comportamento inadequado deste grupo no acampamento do Abrigo 4.