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Aventuras em Macaé

Sempre que eu viajo para Campos fico admirando aquela fabulosa montanha. Logo depois do carnaval em São Thomé das Letras, resolvi fazer um circuito, sair pedalando da BR-101, na altura de Macaé, em direção a Glicério, subir o Frade e depois seguir para Sana. Se desse tempo, também voltar pedalando até em casa. Vini Held veio comigo e iríamos encontrar Mônica e Junior em Sana.

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Roteiros de bicicleta conquistam seguidores

SÃO PAULO – Bicicleta, bike, magrela… Não importa como é chamada. O fato é que ela caiu nas graças dos brasileiros, que estão lançando cada vez mais roteiros para os interessados em pedalar Brasil afora para conhecer os encantos do país. Segundo a Associação Brasileira de Veículos Ciclomotores (Abraciclo), a frota nacional de bikes é 45 milhões. Somando-se os fabricantes independentes, esse número pode chegar a 70 milhões de magrelas em circulação.

Cicloviagem pelo Caminho da Fé, no interior de são paulo Na cidade de São Paulo, a novidade é que agora o turista pode levar a bicicleta nos trens e no metrô . Assim, ele pode conhecer parques, museus e cidades como Paranapiacaba, Jundiaí, Mogi das Cruzes e Mauá a partir de R$ 2,10.

Rotas mais longas também são procuradas como o “Circuito do Vale Europeu”, em Santa Catarina. Foi inaugurado em novembro de 2006. O roteiro, criado por Garcia e Rodrigo Telles (diretores do Clube do Cicloturismo) tem 300 quilômetros e passa por dez cidades.

Nas praias do nordeste: pedaladas sob o sol, contornando o horario da maré Há ainda os que partem em aventuras por iniciativa própria, como no caso do jornalista Cláudio Souza, que recentemente cruzou três estados do Nordeste, de Recife a Natal, completando 370 quilômetros de pedaladas. Ou ainda, o peruano Marco Antonio Añazgo, que viaja pela América Latina sobre duas rodas . Outro roteiro que pode ser feito de bicicleta no interior de São Paulo percorrendo as cidades do chamado caminho da fé.

Caminho da Luz de Bike

Era uma quarta-feira 20 de abril, véspera do feriado de Tiradentes. Fui na rodoviária comprar passagem para Tombos – MG, porem não tinha mais. A cidade mais próxima que teria vaga era para Carangola – MG, então comprei duas passagens para mim e Xanda. Chegamos em Carangola as 6:30 h da matina de quinta-feira, fui me informar sobre o ônibus que iria até Tombos – cidade onde inicia-se o Caminho da Luz, mas havia saído um as seis e só teria outro as nove. Nesse exato momento começava a aventura. Perguntei para o funcionário da Viação Real, responsável pelo trajeto:

– São quantos quilômetros de Carangola até Tombos? Continue lendo Caminho da Luz de Bike

Corrida de Aventura – Coordenadas e Altímetros

Nas corridas de aventura, os PCs são localizados no mapa através de suas coordenadas geográficas. Estas coordenadas podem ser fornecidas em vários formatos, mas o mais comumente utilizado é o UTM (Universal Tranversa de Mercator).

Este sistema baseia-se numa distância em metros a partir de uma referência (ex. o Equador e o Meridiano principal). Com ele, torna-se muito fácil plotar os PCs, pois com base na escala do mapa e nas coordenadas fornecidas, calcula-se a medida em milímetros a partir de uma das linhas de referência da quadrícula. Todos os mapas do IBGE, usados nas corridas de aventura no Brasil, usam coordenadas UTM.

Altímetros

Combinado com a bússola, o altímetro é um instrumento importante na navegação. Combinando as leituras dos dois instrumentos, é possível determinar com boa precisão a sua localização em determinados casos. Se está seguindo uma trilha íngreme, por exemplo, a leitura do altímetro (sua altitude em metros) indicará o ponto onde a curva de nível correspondente no mapa faz intersecção com a trilha.

Quanto maiores os desníveis do percurso de uma corrida de aventura, maior é a utilidade do altímetro. Em algumas provas, ele faz parte até da lista de equipamentos obrigatórios. Os melhores modelos que já tivemos a oportunidade de usar são os da Casio (triple Sensor) e da Suunto (Vector).

Estrada Real de Bike

Qualquer um fica fascinado quando assiste competições de aventura e não foi diferente comigo. A medida que elas foram se tornando cada vez mais populares e mais acessíveis com as competições nacionais e de duração de 1 ou 2 dias, eu e meus amigos começamos a pensar cada vez mais na hipótese. Foi quando eu tomei conhecimento de uma corrida que haveria no final de outubro e pensando nisso, comprei minha bicicleta e entrei de cabeça nesse novo esporte. Faltava agora treinar e inventei de ir visitar meu amigo Billy que estava agora morando em Juiz de Fora, só que eu iria pedalando! Comecei a contar minha idéia para Alessandro que também se animou e tratou de procurar uma bicicleta usada para comprar. A idéia seria comprá-la, mas deixar lá em Minas com Filipi Billy Jean que queria uma bike para poder competir comigo na corrida de aventura. Logo Luizão ficou sabendo e resolveu montar uma boa bike com as duas que ele tinha em casa. Com alguma ajuda minha e uma ou outra peça da outra bike, finalmente ressuscitamos uma bicicleta que já estava guardada a um bom tempo toda desmontada.

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