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A volta dos bugios ao Parque Nacional da Tijuca

Fui convidado pela veterinária Silvia Bahadian para ajudar de forma modesta e voluntária no projeto de reintrodução dos Bugios no Parque Nacional da Tijuca.  Silvia é funcionária do Inea e tratou dos bugios no período em que estiveram no Centro de Primatologia do Estado do Rio de Janeiro (CPRJ/INEA), em Guapimirim. Continue lendo A volta dos bugios ao Parque Nacional da Tijuca

Prefeito de Cotia quer transformar floresta em lixão

Os moradores da cidade de Cotia, na região metropolitana de São Paulo, estão lutando para evitar que a área na foto acima, um remanescente de Mata Atlântica, vire lixo.

 A briga começou em 30 de julho de 2009, quando o prefeito Antonio Carlos Camargo, prefeito de Cotia, assinou um decreto desapropriando a área para a construção de um aterro sanitário. O terreno, em princípio, não pode ser desmatado porque é trecho de Mata Atlântica, protegido por lei federal. Mas o plano de derrubar tudo para fazer o lixão continua.

Na semana passada, os moradores levaram um documento com 12 mil assinaturas, pedindo ao prefeito para reconsiderar a decisão. O grupo, que fundoumovimento GoVerde, também vai levar o abaixo-assinado para a Câmara municipal.

 

Fonte: G1

Bombeiros resgatam jovens perdidos na Floresta da Tijuca no Rio

Três rapazes passaram a madrugada no meio da mata. Bombeiros informaram que jovens estão bem, sem ferimentos.

Os bombeiros resgataram, por volta das 10h30 desta segunda-feira (20), três jovens que estavam perdidos na Floresta da Tijuca desde domingo (19). Os rapazes foram encontrados na localidade conhecida como Vale dos Perdidos, próximo ao Alto da Boa Vista, na Zona Norte do Rio. 

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Perdidos na Selva

Perdido em uma selva, sem mapa, comida, combustível, bússola e água. Primeira regra à se seguir é bem difícil, mas, extremamente necessária: manter a calma.
A situação nessas condições é quase sempre muito desesperadora, por isso, manter a calma é fundamental para que se possa raciocinar com clareza e chegar a conclusões que sejam benéficas para você e para o grupo que o acompanha. Continue lendo Perdidos na Selva

Áreas de florestas públicas chegam a 25% do território nacional

Marcello Casal JR/ABr

Brasília - O diretor do Serviço Florestal Brasileiro, Tasso Azevedo, fala sobre o  Cadastro Nacional de Florestas Públicas. Segundo o cadastro, o Brasil tem 211 milhões de hectares de florestas, dos quais 185 milhões são florestas protegidas em unidades de conservação federais e terras indígenas

O diretor do Serviço Florestal Brasileiro, Tasso Azevedo, fala sobre o Cadastro Nacional de Florestas Públicas.

 

Brasília – Duzentos e onze milhões de hectares, ou 25% do território nacional, é o tamanho do total de florestas públicas cadastradas no Brasil, em 2008. O dado foi divulgado hoje (20) pelo Sistema Florestal Brasileiro, órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente, e representa um crescimento de 11,26% em relação ao ano passado, quando foram catalogados 194 milhões de hectares.

Do total de áreas pertencentes ao Cadastro Nacional de Florestas Públicas, 185 milhões de hectares são florestas protegidas em Unidades de Conservação Federal e terras indígenas. Outros 25 milhões de hectares são florestas localizadas em terras sem destinação, ou seja, em áreas que não tiveram nenhuma destinação pública ou privada estabelecida legalmente. A idéia do governo é que todas as áreas de florestas públicas estejam inseridas em planos de conservação.

A maior parte das florestas públicas, cerca de 94%, está na Região Norte. Isso porque, apesar de a Lei de Gestão de Florestas ter sido sancionada em 2006 e obrigado os estados a fazer o cadastro, até o momento, apenas Amapá, Amazonas, Pará e Acre catalogaram suas florestas públicas.

Segundo o diretor-geral do Sistema Florestal Brasileiro, Tasso Azevedo, o principal benefício para que os estados cadastrem suas florestas que estão em áreas públicas é o fato de que elas serão permanentes. Com isso, não podem ser desmatadas e só poderão ser exploradas seguindo cronogramas de manejo florestal.

“É do interesse do estado cadastrar suas florestas públicas, porque essa é a única forma de garantir que as florestas pertencem ao estado e só poderão fazer uso dessas áreas se estiverem cadastradas”, explicou Azevedo.

Segundo ele, a meta é que até 2010 todas as áreas de florestas públicas, estimadas 300 milhões de hectares, estejam cadastradas. Azevedo afirma que a principal dificuldade é encontrar a documentação das áreas. “Precisamos encontrar a documentação das áreas públicas federais e estaduais, porque é com base nelas que vamos fazer o cruzamento de informações das florestas”, afirmou.

Das áreas que ainda não estão protegidas em Unidades de Conservação, o Amazonas detém a maior parte, com 13,6 milhões de hectares, seguido do Pará (5,9 milhões de hectares) e de Roraima (4,7 milhões de hectares).