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Programação da 11ª Mostra Internacional de Filmes de Montanha

DIA 12.11 – SÁBADO

ATIVIDADES PARALELAS – 17H
Sessão de estreia com o documentário "Caminhos da Mantiqueira", de Galileu Garcia Junior. Entrada livre.

18H30 Abertura da exposição fotográfica "Mountain Biking 2.8", de Pedro Cury

19HMOSTRA COMPETITIVA
1 Aconcágua despertando potenciais – Alta montanha
2 TEPUIEscalada ao Santo Angel – Escalada big wall (foto)
 

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Hoje é Dia Internacional da Montanha

A Assembléia Geral das Nações Unidas designou esta data a partir do ano de 2003, como resultado do sucesso do Ano Internacional da Montanha (2002) que aumentou a consciência global sobre a importância das montanhas, estimulando o estabelecimento de comitês nacionais para o tema em 78 países e estreitando alianças através da promoção da criação da Parceria Internacional para o Desenvolvimento Sustentável em regiões de Montanha, conhecido como “Mountain Partnership”, da qual a Confederação Brasileira de Montanhismo e Escalada (CBME) é membro. A Organização para Alimentação e Agricultura – FAO foi designada para observar o dia Internacional da Montanha e abrigar o Mountain Partnership. Continue lendo Hoje é Dia Internacional da Montanha

10ª Mostra Internacional de Filmes de Montanha

As inscrições para a Mostra Competitiva da 10ª Mostra Internacional de Filmes de Montanha vão até 20 de agosto (sexta-feira).
Podem ser inscritos filmes documentário, animação, ficção ou experimental em mídia digital, 16mm ou 35mm, de curta ou média-metragem, ligados à natureza, esportes ou cultura de montanha.

O regulamento e a ficha de inscrição podem ser acessados em www.filmesdemontanha.com.br.

A Mostra é o mais importante festival do segmento no Brasil. Além de exibir filmes nacionais e estrangeiros, traz exposições de fotos, lançamento de livros e convidados nacionais para um debate com o público.

Os filmes inscritos e selecionados concorrerão ao troféu “Corcovado” nas seguintes categorias:

Melhor Filme – júri popular e oficial
Melhor Diretor – júri oficial
Melhor Fotografia – júri oficial
Melhor Montagem – júri oficial

A escolha dos vencedores é realizada por um júri formado por esportistas, fotógrafos e diretores previamente selecionados pela organização do festival. Além do troféu Corcovado, receberão R$ 2.500,00 o melhor filme e melhor diretor, eleitos pelo júri oficial.

Este ano a Mostra de Filmes de Montanha faz 10 anos. Para comemorar estes 10 anos de Filmes de Montanha, exibiremos pela primeira vez um longa-metragem em película. O filme é sobre o Reinhold Messner, o maior alpinista de todos os tempos. Fala sobre a sua histórica escalada junto com o irmão no Nanga Parbat, montanha localizada no Himalaia.

10ª Mostra Internacional de Filmes de Montanha

Local: Cinema Odeon, Cinelândia, Rio de Janeiro
Data: outubro de 2010
Sessões: 19h e 21h

Atividades:

  • Mostra Competitiva – Filmes nacionais
  • Mostra Banff – Filmes internacionais
  • Mostra Alemã – Filme convidado: Nanga Parbat, de Joseph Vilsmaier e produção de Reinhold Messner
  • Exposição fotográfica – Caminho Teixeira em Cena, de Silvia Batalha e Luiz Paulo Leão
  • Lançamento do Guia de Escalada da Zona Sul e Ilhas Oceânicas, de André Ilha e Kika Bradford
  • Palestra com Rodrigo Raineri – Um dos brasileiros que subiu o monte Everest
  • Festa Coordenadas

Confira no site www.filmesdemontanha.com.br

Montanhas Antárticas Anciãs Encontradas Sob Quilômetros de Gelo

Preserved Peaks–/> Milhões de anos atrás, rios corriam na Antártica através de vales com escarpadas montanhas que eram estranhamente semelhantes aos modernos Alpes europeus, cientistas chineses e britânicos relataram na quarta-feira. Em um estudo publicado pela revista britânica Nature, os cientistas descrevem um vasto terreno que tinha sido escondido debaixo de gelo com até 3 quilômetros de espessura  para a eternidade, até que novas tecnologias de imagens recentemente descobriram eles. "A paisagem provavelmente foi preservada sob o manto de gelo de cerca de 14 milhões de anos", disse o jornal. As imagens revelaram " topografia clássica Alpina" semelhante ao dos Alpes da Europa, mostrando que os rios tinham existido sobre a Antártica e haviam cortado seu caminho através das montanhas. Mais tarde, estes vales foram preenchidos e submergidos pelos glaciares.  A equipe conduziu duas sondas, uma em 2004-2005 e outra em 2007-2008, utilizando radar ultra-penetrante em uma secção de terreno esquadriada do continente gelado, medindo 28  quilômetros para cada lado. Começaram a partir de um determinado ponto de cada vez – uma montanha de 4.000 m chamada Dome Argus. A segunda arrefecimento jorrarem veio cerca de 14 milhões de anos atrás, caracterizado por um mergulho nas temperaturas de cerca de seis a sete graus C (10,8-12,6 graus F), atingindo até oito graus C (14,4 ° F) na Transantártidas Montanhas, a coluna vertebral que divide Oriente de West Antártica.

A Escalada que Virou Travessia

A primeira dificuldade foi decidir aonde ir no feriado de carnaval. Normalmente cinco dias são mais do que suficientes para curtir uma viagem. Mas não uma viagem internacional cujo objetivo seria subir uma alta montanha que exigisse aclimatação. Era isso que eu queria. Mas ao conversar com Emilia, que acabava de voltar da temporada 2008/2009 do Aconcagua, ouvi:

– Alta montanha não! Quero algo mais light! Chega de sofrimento!

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Corrida de Aventura – Orientação

Por mais que se estude orientação, nada substituirá a prática em campo, e principalmente em provas que exijam muita navegação em trekking por locais inexplorados.

Com relação às corridas de aventura realizadas no Brasil, podemos apresentar algumas dicas úteis, que foram fruto do aprendizado em provas:

  • Tenha o cuidado de sempre saber a sua localização. Não adianta dominar todas as técnicas de orientação e não ter este cuidado. Se não se sabe onde está, como saber para onde ir? Isto pode parecer óbvio, mas na verdade torna-se muito complicado principalmente nas provas longas, do tipo expedição, como a EMA, pois exige muita concentração do navegador.E com o passar dos dias, na ausência de sono e stress físico constante, é muito difícil manter a concentração. Por isso o ideal é que numa equipe sempre exista mais de um navegador, para assim revezar esta responsabilidade. Cabe lembrar também que em algumas provas exige-se a divisão da equipe em dois grupos que seguem caminhos diferentes, daí a necessidade de um segundo navegador ser ainda maior.
  • Com a experiência, você vai aprender a interpretar corretamente tudo o que o mapa indica. Por exemplo: alguns cursos de água, dependendo da época do ano, podem estar secos, e se você ignorar isto pode perder muito tempo até descobrir o que aconteceu. Com a prática, também, torna-se mais fácil analisar o terreno e a vegetação e calcular distâncias de trilhas e estradas.
  • O contato com moradores locais é uma fonte preciosa de informações. Às vezes eles conhecem caminhos (atalhos) que não constam dos mapas, e também podem tirar dúvidas, dar direção correta, informar distâncias, etc. Mas deve-se ter o maior cuidado ao obter e usar estas informações. Muitas vezes, nomes de fazendas e sítios que constam do mapa já mudaram ou não existem mais.Procure conversar com calma, sem influenciar a resposta. Já presenciamos casos de competidores impacientes que exigiram respostas rápidas, o que acabou confundindo as pessoas e lavaram-nas a dar informações incorretas.
  • O pior erro a ser cometido é o de andar em um caminho que siga paralelo ao correto. Neste caso, a bússola sempre vai indicar que a direção está certa, o que não significa que o caminho seja o correto. Na EMA-99, várias equipes seguiram por um vale paralelo ao que procuravam, o que levou à perda de preciosas horas.
  • Nunca se esqueça de proteger os mapas. O ideal é plastificar os mapas depois de plotados (isto é possível quando os mapas são entregues com antecedência suficiente). Outra solução é usar o papel contact. Neste caso, deixe uma borda grande o suficiente para evitar a entrada de água no caso de o mapa ficar submerso (isto acontece com freqüência maior do que se imagina).
  • Nos trechos de mountain bike, é bastante útil fazer a medida das distâncias usando um curvímetro (aparelho para medir distâncias em mapas – ver abaixo) e anotá-las de forma bem visível no mapa. Anote as distâncias para as referências mais notáveis, como pontes, bifurcações, entroncamentos, linhas de energia etc.Desta forma, evita-se ter que olhar constantemente para o mapa, o que dificulta a pilotagem. Algumas equipes chegam a converter o mapa num tipo de planilha, como as de rally, onde desenham as referências e respectivas distâncias. Outra dica é adaptar um suporte para os mapas na bike, o que agiliza bastante a leitura. Não é preciso dizer que é fundamental ter um computador de bike, devidamente calibrado, para medir as distâncias percorridas. O ideal é ter até mais de uma bike (ou todas) com este equipamento, pois costuma dar problemas devido ao barro acumulado e trepidações.
  • Em provas onde seja permitido o uso de GPS, recomendo o eTrex da Garmin. Ele é compacto, leve, resistente à água e consome pouca bateria (duas pilhas AA duram cerca de 12 horas). Usamos este GPS no Elf Authentique Aventure sem nenhum problema. Lembre-se de configurá-lo para usar o sistema de coordenadas UTM e o map datum chamado Córrego Alegre, que é o mais adequado para o Brasil. Existe uma versão do eTrex que possui inclusive um altímetro por sensor de pressão.
  • Para fazer as anotações no mapa, plotar os PCs e o caminho a ser percorrido, use canetas de fácil visualização, como os marcadores de texto e canetas hidrográficas. É horrível ficar procurando um ponto no mapa que não esteja bem visível, principalmente à noite.

Os Picos Mais Altos

As dez montanhas mais altas do mundo

  1. Everest
    Everest

    Everest – 8.850 m – Nepal

  2. K-2 – 8.611 m – Paquistão
  3. Kanchenjunga – 8.598 m – Nepal
  4. Lhotse – 8.501 m – Nepal
  5. Makalu – 8.463 m – Nepal
  6. Lhotse Shar – 8.383 m – Nepal
  7. Cho Oyu – 8.201 m – Nepal
  8. Dhaulagiri – 8.167 m – Nepal
  9. Manaslu – 8.156 m – Nepal
  10. Annapurna – 8.091 m – Nepal

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