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Novos preços de ingresso nos parques a partir de 1° de novembro

Os novos preços dos ingressos dos parques nacionais, previstos na portaria nº 43, publicada no Diário Oficial da União, no dia 2 de outubro, começam a ser cobrados a partir do próximo domingo (1º de novembro). O aumento será de 9,52%, correspondente à variação do IPCA nos últimos 12 meses. Veja a portaria com a tabela. Continue lendo Novos preços de ingresso nos parques a partir de 1° de novembro

Brigadistas controlam incêndio na Serra do Cipó

Voluntários e brigadistas controlam incêndio
Voluntários e brigadistas controlam incêndio

Brigadistas e voluntários conseguiram controlar ontem (19) focos de incêndio que consumiram uma grande área do Parque Nacional da Serra do Cipó, na região central de Minas Gerais. Hoje (20), eles concentram esforços para tentar conter o avanço do fogo que atinge uma área de preservação ambiental do lado externo da reserva federal. Continue lendo Brigadistas controlam incêndio na Serra do Cipó

Parque Nacional da Tijuca inaugura Trilhas Circulares

576921_349677508433651_330297807_n[1]O Parque Nacional da Tijuca vai inaugurar, no próximo domingo (17/06), as duas grandes trilhas circulares (ideia antiga do Pedro da Cunha Menezes e posta em prática somente agora), composta pelos circuitos Major Archer e Castro Maya. O evento começará às 9h30, no Centro de Visitantes. Será a primeira ação do Projeto Travessias, que pretende implementar e sinalizar trilhas em outros nove Parques Nacionais.

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Incêndio já consumiu 25% do Parque Nacional de Brasília

O fogo começou no domingo (19), por volta das 7h30. Bombeiros trabalham com 300 homens para conter as chamas.

Um incêndio, que começou por volta das 7h30 do último domingo (19), já consumiu cerca de 25% da reserva do Parque Nacional de Brasília. A reserva foi interditada por volta das 9h de domingo. O parque fica a cerca de 10 quilômetros do centro da cidade.

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Agulha do Diabo é uma das 15 escaladas mais desejadas do mundo

Boa notícia para a comunidade escaladora do Brasil. A Agulha do Diabo, no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, foi escolhida por escaladores de todo o mundo como uma das 15 escaladas em rocha mais desejadas de todo o planeta.

A pesquisa foi divulgada recentemente pelo conceituado site Hottnez, especializado em viagens e aventura. A Agulha do Diabo teve a honra de estar entre picos e parques famosos, como o El Captain no Parque de Yosemite, na Califórina e as Torres Del Paine, no Chile. Outro monumento brasileiro, o Monte Roraima, também está na lista.

Quem já foi à Agulha sabe que a escalada em si é apenas um detalhe da montanha. A aproximação até a base da via é talvez o grande desafio da Agulha do Diabo, que tem 2.050 metros de altitude, além de contar com um microclima bem peculiar, com chuvas e tormentas que se formam em menos de uma hora. Vá à Agulha, mas procure um guia ou um amigo bem experiente. A via é bem aérea e puxada.


A Escalada que Virou Travessia

A primeira dificuldade foi decidir aonde ir no feriado de carnaval. Normalmente cinco dias são mais do que suficientes para curtir uma viagem. Mas não uma viagem internacional cujo objetivo seria subir uma alta montanha que exigisse aclimatação. Era isso que eu queria. Mas ao conversar com Emilia, que acabava de voltar da temporada 2008/2009 do Aconcagua, ouvi:

– Alta montanha não! Quero algo mais light! Chega de sofrimento!

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Visitantes multados por usar trilha proibida no PARNASO

No feriadão de Corpus Christi a fiscalização do PARNASO (Parque Nacional da Serra dos Órgãos, multou um grupo de

visitantes que entrou irregularmente no parque por trilha proibida no Vale do Caxambu. Outro grupo foi multado por jogar lixo e desrespeitar as normas  na área de montanha.

Durante o feriado os ingressos para a Travessia Petrópolis-Teresópolis se  esgotaram, atingindo a capacidade de suporte de 100 pessoas entrando por dia  para a montanha em cada portaria. Alguns montanhistas tiveram que adiar o  passeio para o dia seguinte ou mudar de roteiro.
O grupo autuado entrou irregularmente por trilha proibida e foi multado. A  autuação de grupos que entram por trilhas irregulares é mais freqüente nos  feriados em que a capacidade de suporte da travessia é atingida, mas o  controle dos termos de conhecimento de riscos e responsabilidade permitem a  detecção dos visitantes irregulares.

Os visitantes, um grupo de seis pessoas de São Paulo, foram multados em  R$ 200,00, além do pagamento das taxas devidas, por causar danos à Unidade  de Conservação (Art. 40 da lei de crimes Ambientais). A utilização de  trilhas proibidas dificulta a gestão da visitação, compromete a segurança do  visitante e a preservação dos campos de altitude, já que o número máximo de visitantes é extrapolado.

A definição das trilhas permitidas e proibidas vem sendo travada no  processo de atualização do Plano de manejo do Parque com ampla participação  de montanhistas e interessados em geral. As trilhas proibidas são aquelas  que comprometem a gestão da visitação (acessos irregulares à UC) ou que  cruzam áreas especialmente frágeis, como as trilhas de monitoramento do  macaco muriqui.

Outro grupo foi autuado por despejar lixo nos campos de altitude, além de desrespeitar o horário de silêncio e as restrições ao consumo de bebidas  alcoólicas. O Parque recebeu muitas reclamações de campistas em função do  comportamento inadequado deste grupo no acampamento do Abrigo 4.

Parque Nacional Itatiaia quer virar modelo de gestão ambiental

Há 70 anos – comemorados na quinta-feira – era inaugurado o Parque Nacional do Itatiaia, o primeiro do Brasil. A partir do decreto assinado por Getúlio Vargas, mais de 400 espécies de aves e 67 tipos de mamíferos espalhados por 30 mil hectares entre os Estados do Rio e de Minas passaram a viver sob proteção. Para marcar a data, a direção pretende transformar o parque em exemplo de preservação.

Meta ambiciosa para uma unidade que conta com menos de R$ 1 milhão de orçamento e cuja disputa fundiária se arrasta há anos – dois terços do Itatiaia pertencem a propriedades privadas.

Mas é claro que não há só notícias desanimadoras. O parque – que atrai 80 mil visitantes por ano – continua lindo e a visita ainda é obrigatória (pelo menos para os espíritos aventureiros).

Antes de seguir viagem, é bom saber que o Itatiaia se divide em duas partes: a alta, onde estão o Pico das Agulhas Negras e o Maciço das Prateleiras, e a baixa, que abriga belas cachoeiras e alguns hotéis. Por terem acessos diferentes, cada parte cobra uma entrada: R$ 3 por pessoa na baixa e R$ 12 na alta. Em ambas, há uma taxa de R$ 5 por veículo.

Em comum, além da natureza exuberante, as duas áreas têm acessos ruins. As estradas que levam os visitantes às principais atrações são precárias.

Aniversariante reformado

Algumas melhorias, porém, já estão sendo postas em prática. Segundo o diretor, Walter Behr, as reformas começaram na parte baixa. O centro de visitantes deve ser inaugurado na quinta-feira. Outra iniciativa que já pode ser notada é a nova sinalização. ´Usamos somente materiais reciclados nas placas´, diz Behr. A sede administrativa também foi ampliada e uma nova exposição de animais empalhados deve começar ainda neste mês.

Na parte alta, funcionários trabalham na abertura de uma nova travessia, entre Serra Negra e Visconde de Mauá – e haverá um novo posto de vigilância.

História

O nome Itatiaia vem do tupi-guarani e significa ´pedra cheia de pontas´. Até 1908, todo o território do parque pertencia à família de Irineu Evangelista de Souza, mais conhecido como Visconde de Mauá (1813-1889). Nessa mesma época, muitos colonos alemães chegaram à região e compraram chácaras – seus descendentes estão lá até hoje.

Logo depois que os colonos se estabilizaram na área, as terras restantes foram compradas pela Fazenda Federal e, em 1937, toda a região foi declarada Parque Nacional. Mais informações sobre o Parque Nacional do Itatiaia ou pelo telefone: (0–24) 3352-1461 .